Quando a cidade se apaga
E a rua se cala
Janela aberta
Som de chuva na noite
Ouço o vazio
Rezo para ninguém
Por quem não tem onde
Peço misericórdia
Perdoe, mãe terra
O egoísmo dos homens
Perdoe toda dor que lhe é afligida
Que não castigue aqueles que já sofrem
Nas mãos dos mesmos senhores de ontem
Paredes de papel
Levadas pela água
Terra desliza
O vento açoita a pele
Eparrei oyá
Friday, August 11, 2017
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment