Odeio o poder que ainda exerces sobre mim. Ações que se estendem por conta própria. Desejo que nunca tenhas consciência de fatídico poder. Porém, odeio-me ainda mais por ser ao mesmo incapaz de endurecer minha alma, não perdendo a ternura da essência. Àquele que viver, peço que me relate a dor de quem bate. Dor a qual não me dei o trabalho de ignorar, como tantos outros dão.
Thursday, March 27, 2008
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